• Formação 6 - Mobilidade nas Quebradas: Quais as soluções locais possíveis?

     

    ConexoesTerritoriais Formacao6

     

    Circular a cidade é rotina para a maioria das pessoas: trabalho, estudo, lazer, saúde, voluntariado , e as que moram em territórios periféricos fazem essa circulação em condições mais desfavoráveis nos quesitos de modos e valor de transporte, tempo gasto, falta de infraestrutura viária e cicloviária, segurança, cumprimento dos Direitos Sociais e Humanos inerente à toda e qualquer pessoa.

    Com o Direito à Cidade negligenciado por um projeto de gestão invisibilizadora dos territórios periféricos e das pessoas que nela moram ou trabalham, a edificação de soluções são estruturadas pelas próprias pessoas dos territórios periféricos, com iniciativas locais que são interseccionadas com a Mobilidade Urbana.

    Na sexta e última Formação sobre Mobilidade Urbana, realizada pela Ciclocidade, vamos conhecer a partir da Pesquisa do Conexões Territoriais, com projeto de cicloturismo no Itaim Paulista, o projeto de literatura pela bicicleta em São Miguel Paulista,os projetos de esporte, saneamento da fome, empreendedorismo local, direito ao transporte de Heliopólis, atentar na construção de soluções para os problemas locais , onde a Mobilidade faz-se presente em todas as direções.

    Encontro:
    Sábado, dia 24 de julho, das 14h às 16h30.
    Link da inscrição: https://bit.ly/Formação6CT
    Link da reunião será enviada para as pessoas inscritas.

    Mediação:
    Aline Cavalcante: cicloativista, empreendedora social, pesquisadora e atua na promoção da bicicleta desde que se mudou de Aracaju para São Paulo em 2008. Parte do seu trabalho está registrado no  documentário "Bikes vs Cars" que circula o mundo fomentando o debate do planejamento urbano nas grandes cidades. Constrói na Ciclocidade, União de Ciclistas do Brasil e Coalizão Clima e Mobilidade Ativa".

    Convidades:
    Rogério Rai: morador do Itaim Paulista, estudante de História, idealizador do Pedale-se projeto de cicloturismo na região de São Miguel e coordenador de ciclo logística do projeto Delivery Justo.

    Tayane  Caroline de Jesus: mãe, cabeleireira, 27 anos , liderança das  Guardiãs  da Zona Leste- São Miguel Paulista, desenvolvo  trabalhos sociais voluntários no Galpão ZL (empréstimos de livros do BIke Literário -projeto da Malu do Galpão ZL), Idealizadora Projeto Ser Criança, desenvolvo trabalhos voluntários com egressos, entrega de cestas básicas, promoção dia de princesa, cadastro das crianças da comunidade.

    Flavio Soares: Coordenador de projetos na Ciclocidade, responsável da Pesquisa no projeto Conexões Territoriais, atua desde 2014 no tema da mobilidade ativa, com ênfase na mobilidade por bicicletas, tendo realizado trabalhos e consultoria para diferentes grupos e organizações, sempre voltados para a incidência em políticas públicas com base em evidências. Mestrando em Engenharia de Transporte - Informações Espaciais pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), com Master em Gestão de Sustentabilidade pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Formado em Comunicação Social - Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica (PUC).

    Felipe Claros: BZL/ Ciclocidade: Co-responsável da Pesquisa no projeto Conexões Territoriais, estudante de Arquitetura e Urbanismo, integrante do coletivo Bike Zona Leste( desde a sua fundação- 2015, ano).2015 ano do início do pedalar e  usar a bicicleta como meio de transporte. Adoção da bicicleta em meio ao auge da polêmica da implantação das infraestruturas cicloviárias em São Paulo nos últimos anos, atraído pelos recém-implantados tapetes vermelhos e por esse novo olhar de cidade. Desde então, não parei de atuar e me mobilizar por cidades humanas, seguras e socialmente justas.

    Marcivan Barreto: Presidente Estadual da CUFA SP e da CUFA Heliópolis- TAÇA das FAVELAS maior evento esportivo ligado ao Futebol de Várzea direcionados aos adolescentes, projeto articulador nacional o Projeto Mães da Favela(papel de protagonista na articulação de 250 favelas de São Paulo e no atendimento de cerca de 5 mil famílias das favela do Heliópolis), projeto com a UBER Brasil (Favela de Heliópolis se torna a primeira favela no Brasil a ter o sinal desbloqueado pela UBER para embarque e desembarque de passageiros, desconsiderando dessa forma o critério de área de risco indicado pela própria empresa), Projeto voltados ao comercio local com foco no empreendedorismo.

     

  • Segundo Ciclodebate, dia 26/7, terá São Paulo, Bogotá e Copenhague para discutir bicicletários e integração com outros sistemas de transporte

     

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    Parceria entre a Embaixada da Dinamarca no Brasil e a Ciclocidade - Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo vai discutir ao longo de 2021 formas de estimular o uso da bicicleta e quais as políticas públicas necessárias para fomentar o ciclismo no país.

    Como bicicletários, acessos ao transporte público e serviços de bikes compartilhadas estimulam o uso da bicicleta como meio de transporte? Essa é a questão que vai nortear o segundo Ciclodebate, uma parceria entre a Embaixada da Dinamarca no Brasil e a Ciclocidade - Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo.

    Para discutir o assunto, especialistas das cidades de São Paulo (Brasil), Copenhague (Dinamarca) e Bogotá (Colômbia) irão explicar como uma infraestrutura de transportes integrada pode ajudar ciclistas que também utilizam o transporte público e aqueles que não possuem bicicleta própria.

    “A capital dinamarquesa, Copenhague, possui uma rede de infraestrutura cicloviária simples, segura e conectada. Isso faz com que a bicicleta seja um meio de transporte competitivo para pessoas de todas as idades”, afirma o embaixador dinamarquês no Brasil, Nicolai Prytz.

    “Muitas das grandes cidades do mundo ainda buscam soluções para integrar a bicicleta ao transporte público, em especial com relação ao estacionamento de bicicletas. São Paulo está propondo um novo modelo para os terminais urbanos. Bogotá tem o exemplo dos selos de qualidade para os bicicletários e a experiência de regulamentar a permissão das bikes em estacionamentos privados de automóveis. E Copenhague é referência mundial, e vai ser interessante ver como trabalharam sobre este problema”, diz Flavio Soares, coordenador de projetos pela Ciclocidade.

    O evento será realizado no dia 26 de julho às 14h, horário do Brasil, via a plataforma Zoom. A participação é gratuita, mas é necessário se inscrever com antecedência via este link devido à tradução simultânea português-inglês.


    Serviço
    Ciclodebate 2 - Intermodalidade: Bicicletários, acessos no transporte público e bikes compartilhadas
    Quando: Segunda-feira, 26/7, das 14h às 15h.
    Onde: Via Zoom - é preciso fazer inscrição prévia neste link devido à tradução simultânea


    Debatedores

    Lasse Schelde – Embaixada do Ciclismo da Dinamarca
    Lasse Schelde é o fundador da empresa Moving Spaces, cofundador do Bicycle Innovation Lab e membro do conselho da Embaixada do Ciclismo da Dinamarca. Desde 2009, ele tem trabalhado com mobilidade sustentável de várias formas. Acredita que a bicicleta está no centro de qualquer bom planejamento urbano e explica por que Copenhague é um precursor nesse campo. Desenvolveu bibliotecas de bicicletas, exposições de planejamento urbano, redes de mobilidade, autoestradas para bicicletas e soluções de design de mobilidade urbana. Lasse tem formação em arquitetura e urbanismo.

    Maria Teresa Diniz - Secretaria de Mobilidade de São Paulo
    Arquiteta e urbanista formada pelo Izabela Hendrix em Belo Horizonte, é mestre em geografia pela Université Panthéon-Sorbonne. Atualmente, é chefe da assessoria técnica da Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes de São Paulo, além de responsável pela secretaria executiva do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito e pela edição do Manual de Desenho Urbano e Obras Viárias da Prefeitura. É também editora no Urbitandem e professora no curso de especialização Planejamento e Gestão de Cidades do USP Cidades/PECE Poli. No CAU-SP, é conselheira titular da gestão 2021-2023 e coordenadora da Comissão Especial de Desenvolvimento Profissional.

    Eduardo Bayon - City Parking Bogotá
    Empresário, co-fundador e atual CEO da City Parking, Bayon também é ciclista. A City Parking é líder no mercado colombiano de empresas de estacionamento. Com 22 anos de experiência, a empresa opera em todas as 14 principais cidades da Colômbia, sendo também líder no Panamá. A City Parking atende anualmente mais de 15 milhões de clientes (ocasionais e mensais) nos parques de estacionamento, sendo 731.000 deles ciclistas ocasionais. Apesar da redução da demanda durante a pandemia em 2020-2021, a porcentagem de viagens ocasionais de bicicleta cresceu de 6% (2019) para 7% do total de entradas temporárias em 2020 e 2021.

    Andrés Felipe Vergara - Secretaria de Mobilidade de Bogotá
    Cientista político e advogado, Vergara liderou em 2006 o projeto Ciclopaseo de los Miércoles, uma iniciativa pioneiras na promoção do uso da bicicleta em Bogotá. Em 2012, passou a integrar a equipe da Prefeitura de Bogotá, trabalhando no escritório que promove o uso da bicicleta como política pública. Desde então Vergara tem trabalhado com o governo em diferentes aspectos da promoção do uso da bicicleta, contribuindo para a geração da cultura da bicicleta em na capital colombiana. Vergara também é professor e palestrante sobre como as cidades deveriam mudar para promover o ciclismo

     

  • Ciclodebates 2021: Discutindo novas rotas e buscando formas de promover o uso da bicicleta no Brasil

     

    Parceria entre a Embaixada da Dinamarca no Brasil e a Ciclocidade - Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo vai promover conversas sobre como estimular o uso da bicicleta e as políticas públicas necessárias para fomentar o ciclismo no país. Primeiro evento é na segunda-feira, 28/6, às 14h.

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    O papel da bicicleta tem crescido nos grandes centros urbanos como uma das soluções possíveis e viáveis para a mobilidade, promovendo redução de emissão de gases de efeito estufa e melhoria da qualidade de vida. É por este motivo que a Embaixada Real da Dinamarca no Brasil e Ciclocidade -Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo estão organizando uma série de debates focados em discutir como avançar na promoção deste modo de transporte.

    “Na Dinamarca, as pessoas andam de bicicleta em todos os tipos de clima e a qualquer hora do dia. As bicicletas são usadas para lazer, para deslocamento diário, para transporte de mercadorias e para viagens em família. Acreditamos que as conversas organizadas em parceria com a Ciclocidades poderão estimular o uso da bicicleta no Brasil”, afirma Laura Nielsen, Ministra Conselheira da Embaixada da Dinamarca.

    Serão ao todo cinco Ciclodebates virtuais, com duração de uma hora cada e realizados sempre na última semana do mês. O primeiro será já no começo da semana que vem, às 14h de segunda-feira, dia 28 de junho. Vamos apresentar um panorama recente da bicicleta no Brasil e, a partir do que temos observado, quais questões serão fundamentais na promoção da infraestrutura cicloviária no futuro. Participam como debatedoras Jessica Lima (podcast @atransportista), Letícia Bortolon (ITDP Brasil) e Glaucia Pereira (Multiplicidade Mobilidade Urbana). O evento contará também com uma fala de abertura de Laura Nielsen, ministra conselheira da Embaixada da Dinamarca, e Jô Pereira, Diretora Geral da Ciclocidade.

    “Em 2019, a Ciclocidade e a Embaixada da Dinamarca organizaram uma oficina entre diversos setores da sociedade com a provocação de como a cidade de São Paulo poderia alcançar pelo menos 5% de seus deslocamentos em bicicleta. Hoje este valor é de pouco menos de 1%. Este ano, o Plano de Ação Climática da capital paulista adotou como meta chegar a 4% até 2030 e 6% até 2040. Agora, queremos ampliar essa conversa, trazendo mais gente, mais temas e mais cidades para o debate”, afirma Jô Pereira, Diretora Geral da Ciclocidade.

    Os debates seguintes, a serem realizados entre julho e outubro, abordarão os seguintes temas: a questão da intermodalidade, com ênfase no estacionamento de bicicletas (julho); o ciclismo na infância (agosto); como preparar as cidades para o cicloturismo (setembro); e como começar a pedalar na terceira idade (outubro).

    Todos os Ciclodebates serão gratuitos, abertos à participação de público e transmitidos ao vivo via Zoom e na página da Embaixada da Dinamarca no Facebook. A partir do segundo evento, que contará com participações internacionais, haverá tradução simultânea português-inglês.


    Ciclodebate 1 - A bicicleta no Brasil: Como é o cenário atual para ciclistas no país? E para onde devemos seguir?
    Quando: Segunda-feira, 28/6, das 14h às 15h.
    Onde: Embaixada da Dinamarca no Brasil | Facebook

    Falas de abertura
    Jô Pereira, Diretora Geral da Ciclocidade
    Laura Nielsen, Ministra Conselheira da Embaixada da Dinamarca

    Mediação
    Jô Pereira, Ciclocidade

    Debatedoras
    Glaucia Pereira - Multiplicidade Mobilidade Urbana
    É especialista em mobilidade urbana. É bacharel em Física pela USP e mestre em Administração de Empresas com ênfase em métodos quantitativos, também pela USP. É fundadora da Multiplicidade Mobilidade Urbana. Tem experiência em metodologias de pesquisa, análises de dados, estatística multivariada, pesquisa origem e destino, modelagens matemáticas e indicadores de sistemas de mobilidade. É pedestre e ciclista, e luta por cidades mais humanas e sustentáveis.

    Jessica Helena de Lima - Podcast @atransportista
    É professora Assistente II da Universidade Federal de Alagoas. Possui doutorado (2020) e mestrado (2016) em Engenharia Civil, área de Transportes e Gestão das Infraestruturas Urbanas na Universidade Federal de Pernambuco. É graduada em Engenharia de Produção (2013) pela Universidade Federal de Pernambuco e graduação em Engenharia Civil (2019) pela Universidade Maurício de Nassau. É revisora das revistas Journal of Transport Geography e Revista Transportes. Atua em pesquisa na área de Transportes, com ênfase em Economia dos Transportes, atuandoprincipalmente nos seguintes temas: acessibilidade, inclusão social, motocicleta, gênero, tempo de deslocamento ao trabalho, mobilidade, polo gerador de viagens. Produz conteúdo para divulgação e popularização de pesquisas e estudos sobre transportes e mobilidade urbana no Instagram e Podcast @atransportista.

    Letícia Bortolon - ITDP Brasil
    É arquiteta e urbanista pela Universidade de Brasília e Especialista em Direito Urbanístico pela PUC Minas. Atualmente, é Gerente de Políticas Públicas no Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento -ITDP Brasil. Letícia trabalha com a articulação de atores para a pesquisa, desenvolvimento e adoção de indicadores de mobilidade sensíveis às variáveis de gênero, raça e renda. Acompanha processos de elaboração, monitoramento e avaliação de políticas, planos e projetos com ênfase nos temas de gênero, interseccionalidade e direito à cidade. Pelo ITDP, coordenou a elaboração dos estudos "O Acesso de Mulheres e Crianças à Cidade", de 2018, e "Sensibilidade das Variáveis Sociodemográficas na Mobilidade", lançado em janeiro de 2021.

     

  • HackMobilidade 2018 promove o olhar feminino sobre segurança no trânsito

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    Um domingo inteiro para pensar como a cidade pode ser mais acessível a partir do olhar de mulheres. Assim foi o HackMobilidade 2018, que reuniu programadoras, cientistas de dados, designers e mulheres de diferentes áreas para pensar novas iniciativas que auxiliem no deslocamento e na ocupação dos espaços públicos.

    O evento, em parceria com o USPCodeLab, foi uma iniciativa da Ciclocidade por meio do projeto Iniciativa Global de Segurança Viária (GRSP), e teve o apoio do Laboratório de Inovação em Mobilidade de São Paulo e da Yellow Bike.

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    No formato Hack Day, as participantes passaram o dia desenvolvendo suas ideias em cima de bases de dados levantadas nos últimos dez meses pela Ciclocidade usando a Lei de Acesso à Informação. São dados como os locais e as características das ocorrências e das vítimas do trânsito, fiscalização, multas manuais e radares, dados de saúde, entre outros.

    “Embora todos os dados sejam de órgãos oficiais, até agora não estavam disponíveis para a população em um formato aberto apropriado para análise. Tivemos que batalhar, às vezes durante mais de seis meses, para acessar essas bases, que publicamos agora”, diz Flavio Soares, coordenador do projeto GRSP da Ciclocidade.

    Ao final, cada um dos grupos teve poucos minutos para explicar o conceito do novo projeto e responder as dúvidas da mesa julgadora, composta por Ana Carolina Nunes, Diretora de Relacionamentoda Cidadeapé, Haydee Svab, Pesquisadora em mobilidade urbana e CEO da Ask-ar e Graziela Tonin, da Universidade Federal da Fronteira Sul.

    Haydee comentou sobre a importância do uso e da produção de dados para embasar a discussão sobre segurança pública. “O dado é um vetor para o entendimento de um fenômeno. A partirdo cruzamento e análise de dados que já foram levantados, enxergamos outros aspectos que precisam ser mensurados e quantificados”, explica a pesquisadora.

    A ideia do Hack Mobilidade 2018 foi proporcionar um dia inteiro de trocas entre mulheres para pensar projetos com foco em segurança no trânsito. O que foi apresentado pelos grupos são as primeiras ideias do que podem vir a ser grandes projetos. Cada apresentação se torna uma espécie de portfólio para as participantes.

     

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    Friend Tip foi o destaque do dia. Uma iniciativa que pretende criar uma rede social que conecte mulheres a partir dos seus deslocamentos de bicicleta e sugira uma amiga na hora do pedal. Uma espécie deVamos Juntas? da bike. O projeto foi apresentado por Iara Pereira, Jéssica Rocha, Lais Aguiar, Michelle Tanaka e Nataly Gonçalves.

    A princípio, o aplicativo conectado ao GPS sugere a rota mais segura e eficiente – com menores índices de incidentes e menos subidas. “Nós cruzamos os dados da CET sobre acidentes com ciclistas, com o mapa de ciclovias de São Paulo”, contou Nataly Gonçalves, uma das integrantes do grupo, que trabalha como administradora de empresa.

    “Para nós ciclistas, parece mais lógica a relação ciclovia com segurança. Mas ver isso nos números, com mulheres que trabalham com o cruzamento de dados, foi muito interessante. Ganhar foi o de menos!”, completou a ciclista.

    Ao todo, cinco projetos foram apresentados tendo em vista não só uma mobilidade mais segura, mas também uma cidade mais democrática. As bases de dados utilizadas pelo HackMobilidade 2018 podem ser baixadas atravésdeste link.

    Assista o nosso´ao vivo´neste link e baixe as fotos, aqui.

     

  • Resultado do 2º edital do Fundo de Ações Locais

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    A Ciclocidade e Instituto Aromeiazero divulgam o resultado do 2º edital do Fundo de Ações Locais.

    ​As propostas apresentadas para a 2° Edição do Fundo de Ações Locais (FAL) foram muito propositivas, buscando atuações locais que fomentam o uso da bicicleta. A avaliação dos projetos foi realizada pela curadoria, considerando os seguintes critérios:

    • Relevância e singularidade;
    • Viabilidade e consistência;
    • Custo-benefício;
    • Lugar de fala: de onde venho e para onde proponho o projeto;
    • Efeito multiplicador: número de pessoas atingidas e influenciadas;
    • Capacidade de influenciar gestores e políticas públicas ligadas à ciclomobilidade;
    • Diversidade étnico-racial e paridade de gênero;
    • Descentralização territorial;
    • Diversidade de linguagens e formatos de projeto.

    Entendemos, portanto, importante relatar que valorizamos todas as propostas enviadas, e que a seleção considerou os critérios acima indicados, destacando-se no processo as ações coletivas, periféricas, de atuação na cidade de São Paulo, trazendo o olhar da diversidade, influenciando pessoas e políticas públicas no processo de execução, e com potencial transformador. Agradecemos às e aos participantes e esperamos que possa haver novas etapas do FAL para o estímulo de novas iniciativas.

    Confira abaixo a lista dos selecionados e as integrantes da Comissão de Curadoria.

    Projeto Selecionados

    Projeto: Sustentabilidade na periferia
    Proponente: Ciclo Raiz

    Projeto: Resgatar o Pedalar
    Proponente: Associação Cultural, Educacional, Esportiva e Recreativa Canto da Arte

    Projeto: Pedalar e Semear
    Proponente: Coletivo Dente de Leão

    Projeto: OcupaCiclo
    Proponente: Movimento Cultural Ermelino Matarazzo

    Projeto: Café da Manhã do Ciclista Zona Sul
    Proponente: Bike Zona Sul

    Atenção! Todos os projetos selecionados e suplentes receberão e-mail com instruções sobre os próximos passos. Caso você tenha sido selecionada(o), ou seja suplente, e não tenha recebido nossa mensagem, entre em contato pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

    Projetos Suplentes

    ​1ª Suplente: Coletivo Quebrada Ativa / Bike Favela

    2ª Suplente: Arte e Cultura na Kebrada / LowBikers Tour na Kebrada

    3ª Suplente: Eduardo Rumenig de Souza, membro do Grupo de Estudos de Antropologia da Cidade (FFLCHUSP) e do Grupo de Estudos em Desempenho Aeróbio (EEFE-USP) / Influência de políticas públicas de ciclomobilidade de baixo custo na região sul de São Paulo.

    Comissão de Curadoria do 2o Edital do Fundo de Ações Locais

    fal carolmunis

    Carolina Munis - Bacharel em Relações Internacionais, coordena um fundo experimental da Escola de Ativismo para ativistas de mudanças climáticas e colabora com o Cursinho Popular Transformação.

    fal jopereira

    Jô Pereira - Graduada em Ed.Física. pós graduada em Arte Integrativa, Diretora Geral da Ciclocidade, idealizadoras dos projetos Pedal na Quebrada e Mapa Pedal Afetivo, ciclista criada na Vila Santa Catarina e crescida em muitas ruas desse quintal gigante que é a Terra. Mulher negra, feminista,artista cênica e das palavras, mãe da Maju , e apaixonada na Educação Inclusiva, através do esporte e da Dança. Faz dos encontros oportunidades agregadoras e desbravadoras, impulsionando novos caminhos de conexão.

    fal renata

    Renata Amaral - Engenheira ambiental, coordena projetos socioambientais há 8 anos - atualmente no setor privado. Pedala diariamente para se locomover por São Paulo.

    fal sheila

    Sheila Hempkemeyer - Psicóloga, mestre em Educação, mulher pedalante, membro da Associação Blumenauense Pró-Ciclovia, Bike anja, membro da União Brasileira dos Ciclistas (UCB).

    fal suzana

    Suzana Nogueira - Arquiteta urbanista, graduada na Universidade Presbiteriana Mackenzie, pedagoga pela Universidade Federal de São Carlos, com especialização em Políticas Públicas. Experiência de 15 anos na área de transportes, com foco em transportes coletivos e modos ativos, tendo exercido atividades tanto na Administração Pública, como em consultoria para diferentes municípios, assim como na participação em publicações sobre os temas. Atuação na coordenação de planejamento e projetos cicloviários na cidade de São Paulo.