• Memória Simplificada de Reunião Geral Extraordinária da Ciclocidade de 14/9/2017

     

    São Paulo, 14/09/2017

    A reunião de 14/09/2017 foi convocada em caráter extraordinário em razão dos fatos ocorridos no dia 09/09/2017 no evento “Bicicultura 2017” e seus desdobramentos, para tratar de dois pontos de pauta: (i) moção de repúdio da UCB – União de Ciclistas do Brasil; e (ii) a renúncia de cargos da Diretoria da Associação.

    Às 18:30h do dia 14 de setembro de 2017, o Diretor Financeiro, Rene Jose Rodrigues Fernandes iniciou a reunião com a exposição da pauta da reunião. Passou a palavra para Diretora Administrativa, Melina Rombach, que defendeu a importância de uma diretora ativa na Associação, informou o seu afastamento de fato do cargo de Diretora Administrativa e formalizou a sua renúncia por meio de carta escrita por motivação de ordem pessoal exposta, somada aos fatos ocorridos no evento Bicicultura. Em sequência, o Diretor Geral, Daniel Guth Esteves, passou a falar sobre os fatos ocorridos no evento Bicicultura, reconhecendo a sua conduta inapropriada e violenta em relação a associadas, razão pela qual decidiu renunciar ao cargo da diretoria.

    Após as falas iniciais, a advogada Laís de Figueirêdo Lopes assumiu a mediação da reunião e expôs aos presentes as regras do Código Civil e as previsões e as omissões estatutárias da Associação no que se refere às competências e às substituições dos diretores. Em sequência, apresentou a proposta de eleições para ser discutida, com a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária da Associação para recomposição da Diretoria Geral e Administrativa pelo saldo do mandato, que se encerrará em 2 de julho de 2018, momento em que podem ser convocadas eleições gerais para nova Diretoria e Conselho Fiscal.

    Também foi exposta a necessidade de alterações do estatuto da Associação para consolidar uma melhor governança, que deveria ser discutida entre os associados, o que poderia ser feito nesse momento de transição em preparação para essa próxima assembleia. Em sequência, abriu-se para manifestação dos associados sobre os temas expostos e a avaliação da proposta apresentada. Foi levantada a hipótese de, ao invés de fazer uma recomposição da diretoria somente para os meses restantes de mandato, fossem realizadas eleições gerais já nesse momento. Sobre o tema, Laís expôs que o calendário de uma eleição geral nos moldes já adotados pela Ciclocidade pode requerer mais tempo e exigir um maior planejamento, o que poderia vir inclusive com a ideia de revisão da governança da Associação.

    A proposta da recomposição imediata se faz necessária em razão da fragilidade da Associação permanecer apenas com o Diretor Financeiro acumulando todas as funções da Diretoria da Associação, ainda que o estatuto preveja no art. 35 que os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria e referendados pela Assembleia Geral. Esclareceu também que o estatuto prevê no caso de destituição de membro da Diretoria a imediata eleição em Assembleia Geral para substituí-lo pelo saldo de seus mandatos, o que seria aplicado por analogia no caso de renúncia.

    Após diversas manifestações, foi consenso que a recomposição da Diretoria seja para o saldo de mandato, devendo as associadas ou os associados interessados em assumir os dois cargos vacantes se apresentarem na Assembleia Geral convocada para o dia 07/10/2017 como candidatas ou candidatos para a transição.

    Para uma proposta de nova governança para a Associação, a maioria entendeu que é necessário mais tempo para discussão que deverá ser consolidada com as alterações estatutárias necessárias nos meses de mandato restantes a serem cumpridos, para que as eleições gerais a serem realizadas em 2018 já reflitam o novo modelo a ser consolidado.

    Sobre o primeiro ponto de pauta, ficou decidido que a Ciclocidade responderia a moção de repúdio da UCB contemplando integralmente a manifestação do GT Gênero e informando sobre a oficialização da renúncia do Diretor Geral, Daniel Guth Esteves. Por fim, foi apresentada a proposta de exclusão do quadro social do ex Diretor Geral Daniel Guth Esteves, a ser encaminhada posteriormente.

    Estavam presentes na reunião os 46 signatários da lista de presença anexa: Adriana Marmo / Albert Pellegrini / Alex Gomes / Alexandre Ribeiro / Aline Cavalcante / Amanda Carneiro / Ana Paula Fediczko / Bruna Galvão / Camila Cardoso / Carlos Aranha / Carlos Henrique R. Lopes / Carolina Bernardes / Cauê Marques / Cícero Soares de Araújo / Cyra Malta / Daniel Guth Esteves / Dionízio Bueno / Eduardo Utima / Flávio Soares / Gabriel di Pierro Siqueira / Gabriela Vuolo / Giovana Pasquini / Giulia Grillo / Jessica Martineli / João Guilherme Lacerda / João Paulo Mello Amaral / Larissa Carolina de A. Marco / Letícia Lindenberg Lemos / Lucas Antonio Cividanes Gomes / Luciana Rocha de Souza / Marcela Duarte / Marcio Campos / Marina Harkot / Martina Horvarth / Melina Rombach / Palmas / Paulo F. G. Teixeira / Priscila Costa / Renata Martinez Moura da Silva / Rene José Rodrigues Fernandes / Sasha Tom Hart / Silas Batista / Sumaya de Souza Lima / Thiago Benicchio / Vicente Almeida Júnior / Yuri Vasquez Souza

     

    São Paulo, 14 de setembro de 2017.

     

  • GT Gênero publica Nota de Repúdio à violência de gênero ocorrida durante o Bicicultura

    Nós, mulheres membras do Grupo de Trabalho Gênero da Ciclocidade expressamos nosso total repúdio às agressões físicas, verbais e emocionais levadas a cabo contra uma das associadas pelo diretor geral da organização no último sábado, dia 9 de setembro, em Recife, durante a realização do evento Bicicultura.

    Como grupo de trabalho que luta por equidade de direitos e preza, acima de tudo, pelo bem estar das mulheres em espaços públicos, privados e institucionais, incluindo a própria associação, entendemos que esse comportamento conflita com o modelo de Ciclocidade e de mundo que julgamos mais democrático e justo.

    O GT Gênero se solidariza com a vítima e condena as inaceitáveis atitudes do agressor, atual diretor geral. Nós do GT Gênero não compactuamos com essa violência e retiramos nosso apoio à atual gestão enquanto for composta pelo agressor, reivindicando a sua imediata destituição ou renúncia.

    A Ciclocidade e seus dirigentes, que tanto já contribuíram para a construção de uma cidade mais humana, promovendo a mobilidade e o uso da bicicleta como instrumento de transformação, devem, com esse triste
    episódio, entender o quão presente e enraizado é o machismo, analisando e revisitando suas próprias atitudes, que passam pelo silenciamento de mulheres dentro da instituição, culminando em violência física. Esses comportamentos afetam todos e todas associadas/os, assim como, coloca em cheque todo o sério trabalho realizado ao longo dos anos, bem como a própria imagem da associação.

    No pesar da situação se mostrar indesejável sob qualquer aspecto, nos vemos diante de um grande desafio e oportunidade de autoanálise, redefinição dos pilares da instituição, revisão do seu estatuto social, incluindo de forma mais clara o compromisso com as questões de gênero e mecanismos claros e efetivos para combate a situações de violência (em seu sentido amplo), culminando em uma diretoria composta por pessoas que verdadeiramente se alinhem com o princípio basilar do feminismo: igualdade de direitos.

    Havíamos decidido recentemente que a nossa associação e seus membros prezariam por não reforçar aspectos relacionados à sociedade machista: falhamos. Nesse sentido, é fundamental revermos nossos comportamentos, nos policiarmos diariamente, coibir de todas as formas comportamentos machistas e termos o compromisso de não dissociar o discurso da prática. É um exercício diário e é fundamental o comprometimento real de todas e todos nessa luta.

    Esse episódio, além de todos os prejuízos causados à vítima, acarretou também na renúncia de nossa diretora administrativa e membra do GT Gênero. Uma perda incalculável à instituição e para suas companheiras de luta dentro do GT.

    Reiteramos o pleito pela imediata destituição ou renúncia do agressor do cargo de diretor geral da Ciclocidade; sem isso, qualquer compromisso da associação no combate ao machismo restará inócuo.

    Nesse sentido, colocamo-nos ao lado da vítima lhe oferecendo todo o apoio que se fizer necessário.

     

    Assinam essa nota as seguintes mulheres e membras do GT Gênero:

    Amanda Carneiro, membra desde outubro/2015
    Carolina Bernardes, membra desde 2017
    Cyra Malta, membra desde 2015
    Marina Harkot, membra desde janeiro/2015
    Letícia Lindenberg Lemos, membra desde janeiro/2015
    Priscila Costa, membra do GT desde 2015
    Aline Cavalcante
    Marcela Duarte

    São Paulo, 14 de setembro de 2017

  • Convocação para Reunião Geral Extraordinária (14/9)

    Home ReuniaoGeralExtraordinaria SetembroCorrigido
    A Ciclocidade convoca todas as suas associadas e seus associados para uma Reunião Geral Extraordinária nesta quinta-feira, 14/9. É importante a presença do maior número de pessoas associadas devido à relevância do tema a ser discutido e para que possamos construir conjuntamente os próximos passos.

     

    Dos motivos da convocação

    • Moção de repúdio lida e aprovada na plenária final do evento Bicicultura 2017;
    • Renúncia de cargos da Diretoria.


    Para facilitar o processo de condução da reunião, contaremos com a presença e mediação de um escritório de advocacia especializado em organizações do terceiro setor, identificando os cenários possíveis diante dos desafios postos.

    Contamos com a sua presença. Haverá estrutura de acolhimento para mães e pais com crianças.

     

    Reunião Geral Extraordinária
    Quinta-feira, 14/9, das 18h às 20h
    Na sede do Greenpeace - Rua Fradique Coutinho, 352

  • Grupo de Trabalho com a Secretaria Municipal de Esportes dá o primeiro passo em busca da revitalização do Parque das Bicicletas

     

    GtEsportes ReuniaoSetembro

    Na última segunda-feira (4/9), representantes da Ciclocidade, Bike é Legal e Dream BMX estiveram novamente com a Secretaria Municipal de Esportes para dar o primeiro passo relacionado ao Grupo de Trabalho criado entre sociedade civil e poder público.

    O tema era a revitalização do Parque das Bicicletas, uma área foi ocupada pelo Metrô para as obras da linha Lilás e que agora precisa ser devolvida à Prefeitura. Propor que Metrô execute uma contrapartida que atenda às demandas da bicicleta ao entregar de volta a área é uma oportunidade única, uma vez que a Prefeitura ainda tinha nada previsto para área e por se tratar, como o nome já diz, de um Parque das Bicicletas.

    A proposta havia sido lançada em uma reunião com o Secretário de Esportes e Lazer, Jorge Damião, ocorrida em julho. A ideia é tornar o Parque das Bicicletas um centro de referência da cultura esportiva da bicicleta, com pump tracks, uma área para wheeling e flatland, um mini-velódromo para fixas e speed e uma quadra de Bike Polo. A proposta seria fazer as estruturas em asfalto para minimizar custos e seguir o Centro de Esportes Radicais, considerado um case de sucesso.

    Estiveram presentes, pelas organizações, Michel Will (diretor de cultura e formação da Ciclocidade), André Ribeiro, Blue Herbert e a Renata Falzoni; pelo poder público, participaram Maurício Garcia e Fátima Nóbrega, que trabalham no gabinete do secretário municipal de esportes e lazer.

     

    Relato sobre a reunião

    O encontro começou com uma breve apresentação de quem estava presente e com a retomada dos tópicos discutidos na reunião passada. O grupo das entidades da sociedade civil apresentou rapidamente a diversidade de manifestações da cultura da bicicleta em São Paulo e reforçou a importância de contemplar as demandas relacionadas à bicicleta no momento da devolução da área usada como canteiro de obras. Também exibiu um vídeo do processo de construção do Centro de Esportes Radicais e outro que explica o que é um pump track.

    Renata Falzoni explicou a necessidade de um espaço voltado para a formação de ciclistas para o esporte. Justificou que muitas destas manifestações da cultura da bicicleta presentes em São Paulo são hoje modalidades Olímpicas, como o BMX Racing, o BMX Freestyle, o Ciclismo de Pista.

    Fátima Nóbrega precisou sair da reunião para atender uma demanda do secretário. Maurício Garcia explicou que a Prefeitura não tem nada previsto para a área e que o projeto poderia emplacar. Disse que, para que isso aconteça, será preciso primeiro entender o acordo estabelecido entre Prefeitura e Metrô. Sendo um acordo antigo, devido à demora na completude das obras, passou por muitas gestões e seria necessário checar se já há algo previsto pelo lado do Metrô para a revitalização. Segundo, será necessário fazer uma proposta mais imagética e com números para convencer o secretário municipal de esportes e lazer, Jorge Damião. A pasta possui uma meta de diminuir 20% a inatividade esportiva, o que pode contar a favor de um projeto assim.

     

    Centro Esportivo da Mooca

    Durante aa conversa, surgiu o assunto do Centro Esportivo da Mooca, que deve passar por uma revitalização em 2018. Ali também já houve um projeto criação de um pump track de asfalto, que não foi implantado. A pista chegou a ser construída e mantida por um ano pelos praticantes do BMX Freestyle, que limpavam e cuidavam da estrutura.

    No entanto, alegando falta de manutenção e limpeza da área pela gestão do Centro Esportivo da Mooca e que a área estava acumulando lixo e servindo de abrigo para moradores em situação de rua, a estrutura foi destruída pela Prefeitura neste ano de 2017. Maurício disse que seria interessante apresentar novamente este projeto, pois com a revitalização isso poderia ser contemplado.

     

    Encaminhamentos

    • Maurício Garcia ficou de encaminhar a planta da área ocupada pelo Metrô e levantar o tipo do acordo estabelecido entre Prefeitura e Metrô;
    • Michel Will, André Ribeiro e Blue Herbert ficaram de, a partir da planta, formalizar um croqui, descrevendo as estruturas que iriam compor o projeto;
    • Marcar uma nova reunião no Centro de Esportes Radicais, para que o Maurício, a Fátima e a Daniela possam conhecer a estrutura que vamos propor.

     

  • Com um ciclista morto por semana, cidade de São Paulo registra escalada atroz de violência no trânsito em 2017

     

    CiclistaGilmarMata

    Ciclista Gilmar Barbosa da Mata, morto
    ao pedalar para o trabalho pela primeira vez

     

    Semanalmente estamos nos deparando, atônitos, com casos quase surrealistas de violência no trânsito na cidade de São Paulo. São colisões em alta velocidade que culminam em corpos carbonizados, como aconteceu com o comissário de bordo Alexandre Stoin no mês passado, ou o atropelamento de anteontem, do pintor Gilmar Barbosa, que foi cruelmente arrastado por 5 quilômetros desde Osasco até cair morto, sem qualquer piedade ou socorro pelo atropelador, no Cebolão.

    A cidade de São Paulo está mais violenta, mais permissiva com motoristas agressivos. Induz a altas velocidades e fiscaliza menos o comportamento de quem coloca a vida de todos em risco. O resultado é assustador: houve um aumento de 64% nas mortes de ciclistas de janeiro a julho de 2017 em comparação com o ano passado, segundo dados do Infosiga, do Governo do Estado de São Paulo. SESSENTA E QUATRO porcento. E houve aumento de 19% nas mortes de pedestres, no mesmo período.

     

    Inversão da tendência de queda

    A curva de mortes de ciclistas vinha caindo desde 2005, registrando queda ano após ano. Em plena chegada de setembro, Mês da Mobilidade, já podemos considerar 2017 como um ano que voltará ao patamar de mortes anterior a 2010 - ano em que as primeiras políticas de redução de velocidade foram implantadas, com resultados positivos imediatos sobre a segurança viária e a vida de todos. São quatro ciclistas mortos por mês na cidade, ou seja, um por semana.

    O aumento da violência no trânsito não é fortuito. Colisões e atropelamentos não são “acidentes”, pois podem sempre serem evitados, especialmente com ações assertivas e proativas do Estado, que continuamente favoreçam a vida em detrimento das velocidades, da pressa, e da lei do veículo mais forte.

    Em São Paulo, pelo contrário, verificamos (1) o afrouxamento da fiscalização, especialmente fora do centro expandido, reduzindo ainda mais a capacidade do poder público em coibir o comportamento de maus motoristas (importante ressaltar que um levantamento relativamente recente, e ainda válido para o cenário atual, aponta que a CET aplica apenas 1 multa a cada 4.416 infrações de trânsito); (2) o efeito do slogan "Acelera, São Paulo", que naturaliza o comportamento nocivo de intencionalmente acelerar no trânsito; (3) o aumento dos limites de velocidade nas marginais, cujo efeito reverbera sobre o comportamento de motoristas na cidade toda; (4) a descontinuidade das políticas cicloviárias, especialmente de expansão de ciclovias e ciclofaixas e manutenção da rede já implantada, políticas que salvam vidas garantindo segurança e conforto para quem pedala na cidade; (5) a ausência de treinamento e capacitação para motoristas profissionais, tais como motoristas de ônibus, microônibus, vans, transporte escolar e taxistas; (6) a inexistência de campanhas amplas de comunicação visando a um trânsito menos violento.

     

    Em vez de tomar atitude, a Prefeitura de São Paulo tenta desqualificar os números

    Sobre os números que revelam o aumento de mortes de ciclistas, a Prefeitura de São Paulo, até o momento, não apresenta nenhuma resposta. A gestão tem se limitado a criar confusão com os números, deslegitimando a fonte e a base de dados do Governo do Estado de São Paulo.

    A Prefeitura também parece dormitar no que se refere à execução e implantação de um plano de ação para garantir segurança para quem pedala na cidade.

    São Paulo como cidade das bicicletas mudou bastante, e para melhor na última década. Desde a construção das primeiras ciclofaixas de lazer, em 2009, a capital paulista construiu 468 quilômetros de estruturas dedicadas e permanentes, criou o sistema cicloviário no Plano Diretor Estratégico, escreveu seu Plano de Mobilidade Urbana e acumulou um planejamento até 2030 que, se devidamente implementado, reduziria mortes e elevaria sensivelmente o uso de bicicleta como meio de transporte.

    Não há como não se incomodar com o fato de que mais ciclistas estão morrendo, majoritariamente nas periferias. E, enquanto a gestão finge não enxergar a fragilidade de ciclistas no trânsito e o bárbaro aumento no número de mortes por atropelamento, enquanto não reconhece seus erros e busca estrategicamente confundir com a batalha perversa de metodologias de obtenção de dados, ciclistas irão às ruas instalar mais uma ghost bike e gritar, ainda que para surdos ouvidos, por mais e melhores políticas cicloviárias.

    Segue convite para a bicicletada extraordinária NÃO FOI ACIDENTE: https://www.facebook.com/events/483261275376830/