• Convite - Garanta seu lugar no filme que homenageia o ciclista Claudio Clarindo

    Boletim Convite CineEsporte

     

     

    A convite do Festival CINEESPORTE, a Ciclocidade pode garantir uma poltrona para você assistir ao filme Blackbull - De Costa a Costa, que homenageia o ultraciclista Claudio Clarindo. O filme será exibido nesta quinta-feira, às 20h30, no cinema Caixa Belas Artes, na Rua da Consolação, 2.423.

    Claudio Clarindo é considerado o maior nome brasileiro de ultradistância, tendo participado cinco vezes da corrida Race Across America (RAAM), uma competição que corta os Estados Unidos de oeste a leste. São cerca de 4.800km.

    Em 2015, o fotógrafo paulistano Gabriel Rodrigues fez parte da equipe de apoio do esportista, registrando a jornada por 12 dias e gravando o material que daria origem ao filme. Há uma reportagem super bacana da Ciclocosmo que conta essa história, aqui.

    Clarindo foi morto em janeiro de 2016, atropelado por um automóvel enquanto treinava na Rodovia Rio-Santos. Na ocasião, a Ciclocidade publicou uma nota (leia aqui).

    A entrada para o filme é gratuita, mas se você quiser garantir o seu ingresso (ou mesmo de uma/um acompanhante), basta mandar um email com os nomes e RG para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. até às 16h da própria quinta-feira (9/11).

    Em uma terça-feira triste, um dia após o ciclismo paulistano perder mais uma de suas figuras emblemáticas, há que se fazer as devidas homenagens a esses grandes nomes. Ontem, José Wilton Oliveira, mais conhecido 'Drac' nos deixou de maneira fulminante, vítima da violência urbana. Drac (foto abaixo) foi assassinado pela manhã enquanto trabalhava na sua tradicional loja de BMX, no centro da capital. Nosso grande salve a Drac e Clarindo!

     

     

    BLACKBULL – DE COSTA A COSTA
    Direção: Gabriel Rodrigues, Brasil, 2016, 52 min, DOC, 12 anos.
    Roteiro e edição: Florence Rodrigues, Fotografia Gabriel Rodrigues, Finalização e Direção de Arte: Francisco Martins, Mixagem de Audio: Luis Rovai.
    Black Bull – De Costa a Costa conta a aventura que é cruzar os Estados Unidos em bicicleta, atravessando quase 5000 km em 12 dias. Estas e muitas outras imagens fazem parte de um livro que será lançado em breve!
    09/11, Quinta-Feira, 20h30, CAIXA BELAS ARTES

    Programação completa do festival: http://www.cineesporte.com/programacao/

     

     

    Boletim Drac2

     

  • Vagas para articuladoras - Encontro de Ciclomobilidade para Mulheres

    ChamamentoGtGenero FundoElas

     

    Estão abertas vagas para 5 articuladoras locais para o projeto "Feminismos
    sobre duas rodas", do GT Gênero da Ciclocidade. Inscrições vão até o dia 15/11.

    Clique aqui para acessar o formulário de inscrição


    Projeto “Feminismos sobre duas rodas”

    Construído pelo Grupo de Trabalho de Gênero da Ciclocidade - GT Gênero, o projeto “Feminismos sobre duas rodas” foi um dos ganhadores do edital “Feminismos Contemporâneos”, realizado pelo Fundo Elas. Visando fortalecer o direito das mulheres à cidade por meio da promoção do uso da bicicleta como meio de transporte sustentável e democrático para mulheres, queremos trabalhar com diferentes movimentos sociais e mulheres da periferia. Por fim, sonhamos em começar a formar de uma rede paulistana de mulheres ciclistas e cicloativistas com capacidade crítica de atuação local. Leia o projeto aprovado neste link.

     

    Para que é o chamado deste edital?

    O projeto prevê a realização de 5 oficinas em São Paulo - uma em cada região. Em cada uma dessas regiões (Norte, Sul, Leste, Oeste e Centro) contaremos com uma moradora da área que será a responsável por articular mulheres da vizinhança e de movimentos sociais locais.

     

    Atividades:

    • Organizar e realizar um passeio de bike pela região;
    • Mapear os principais pontos de apoio para uma mulher-ciclista (delegacia da mulher, grupos de geração de renda, locais de fortalecimento, bicicletaria, centro de apoios às crianças);
    • Organizar e produzir uma oficina de formação local na área pela qual a articuladora ficou responsável;
    • Definir a programação da formação local e ajudar a escolher facilitadoras;
    • Contratar uma mulher da região para fazer a recreação das crianças durante o evento;
    • Redação do relatório da oficina pela qual ficou responsável e prestação de contas da oficina.

     

    Quanto tempo e até quando?

    O projeto teve início no dia 15/10/17 e vai até 15/08/18, prazo máximo de entrega do relatório final. Todas as oficinas acontecerão em 2018 e deverão ter a duração de um final de semana inteiro. A primeira delas deve rolar entre janeiro e fevereiro/2018. As horas de trabalho dedicadas envolvem um final de semana em formação da Ciclocidade; reuniões para planejar e definir os trabalhos; a produção da oficina local; o final de semana da oficina; a redação do relatório + prestação de contas da oficina.

     

    E o dinheiro?

    O projeto tem R$ 25 mil para realizar atividades em cinco territórios, em quase 10 meses de trabalho. Ainda estamos discutindo a alocação dos recursos do projeto - queremos conseguir fazer o máximo possível com essa grana que temos. Estamos em fase de planejamento financeiro e iremos discutir isso abertamente com as mulheres envolvidas e as articuladoras locais! Esse é um projeto feito por mulheres e para mulheres, valorizando o trabalho de cada uma das envolvidas.
    Você tem ideia de quanto acha que deveria receber como articuladora? Já responda essa pergunta no questionário de inscrição!

     

    Requisitos

    • estar livre no final de semana dos dias 2 e 3 de dezembro/2018 para participar de uma atividade de aprendizagem da Ciclocidade no centro de SP e, assim, ficar mais inserida na discussão sobre o uso da bicicleta na cidade e o que a Ciclocidade faz;
    • disponibilidade para participar de algumas reuniões à noite e aos finais de semana (online e/ou presencial);
    • morar na região em que quer articular a oficina e ter boa circulação entre movimentos sociais e mulheres da região;
    • querer trabalhar para mobilizar mulheres da sua região e compartilhar a sua paixão pela bicicleta :)

     

    Prazos:

    Inscrições: 07/11/17 até 15/11/17 (Clique aqui para acessar o formulário de inscrição)
    Seleção de currículos e contato com as candidatas: até 17/11/17
    Entrevistas: até 25/11/17
    Resposta final: até 27/11/2017

     

    Sobre a Ciclocidade

    A Ciclocidade é uma associação sem fins lucrativos, que tem como missão contribuir para a construção de uma cidade mais sustentável, baseada na igualdade de acesso a direitos, promovendo a mobilidade e o uso da bicicleta como instrumento de transformação. No formato de uma Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo, a Ciclocidade foi fundada em novembro de 2009, a partir da reunião de dezenas de cidadãos atuantes na defesa da mobilidade por bicicletas, que perceberam a necessidade de uma entidade representativa para ampliar o alcance de suas ações individuais.

    Trabalhamos pela construção de políticas públicas e iniciativas que atendam a mobilidade por bicicletas. Realizamos atividades e projetos que buscam fortalecer e propagar a cultura da bicicleta em todas as esferas da sociedade. Queremos que todos que circulam nas ruas tenham o direito à vida, segurança e conforto em seus deslocamentos. Defendemos atenção e benefícios crescentes para os ciclistas e para todos os cidadãos que utilizam alternativas inteligentes de locomoção.

    A bicicleta pode ser uma alternativa de locomoção para muitas pessoas ou para muitas situações do cotidiano, amplificando as possibilidades de mobilidade urbana e melhorando a qualidade de vida dos cidadãos. Mais informações em: https://www.ciclocidade.org.br/

     

    Sobre o GT Gênero

    Desde sua fundação, o GT Gênero se dedicou a investigar e compreender, pelo viés da mobilidade, quais são as principais barreiras de acesso das mulheres ao espaço urbano. Sabe-se que tais barreiras constituem cotidianas violências simbólicas, étnico-raciais, sociais, físicas e emocionais que cerceiam e oprimem as mulheres nos espaços domésticos e coletivos da cidade. O direito de ir e vir, tradução jurídica do exercício da liberdade, não é uma realidade tangível para a imensa maioria das mulheres nas cidades. Tanto que alguns estudos apontam que a taxa de circulação de mulheres ciclistas pode ser um bom indicador de qualidade de vida.

    Nesse contexto, as políticas públicas devem ser pensadas a partir de uma perspectiva democrática de inclusão e de integração social e, também, de desconstrução de desigualdades. Entretanto, as políticas urbanas, e dentre elas as políticas de mobilidade, ainda são formuladas a partir da experiência androcêntrica e a partir de um paradigma de fluidez pautado por fluxos econômicos, que desconsideram a necessidade de transversalizar gênero, raça e etnia na atuação do poder público.

    Muitas políticas, ignorando a necessidade dessa transversalização, acabam incorrendo no aprofundamento e na geração de mais desigualdades. Contudo, à revelia desse padrão excludente, as políticas de ciclomobilidade têm demonstrado imenso potencial democratizante do espaço urbano ao proporcionar infraestrutura que viabiliza, com segurança, o ir e vir de segmentos até então invisíveis e/ou vulneráveis: pessoas com deficiência, catadores(as) de material reciclável, mulheres de bicicleta, skatistas e tant@s outr@s.

    Inserido nessa conjuntura, o Grupo de Trabalho (GT) de Gênero foi criado numa reunião de planejamento geral da Ciclocidade (em janeiro de 2015), com a proposta de atuar politicamente promovendo o uso da bicicleta por mulheres e de refletir e debater como a desigualdade histórica - que define papéis e comportamentos masculinos e femininos - influenciam a configuração do espaço urbano e a mobilidade. Mais informações em: https://www.ciclocidade.org.br/genero

     

     

  • Reunião Geral de novembro será na quarta-feira, dia 8/11

    Home ReuniaoGeral Nov2017

     

    A Reunião Geral de novembro acontecerá na quarta-feira, dia 8/11, e contará com uma apresentação sobre o novo canal de comunicação entre associadas e associados da Ciclocidade, além de uma discussão sobre as novas diretrizes de gestão da associação.

    A criação de um canal de comunicação horizontal de pessoas que estão associadas é uma demanda antiga e sua implementação vem sendo discutida desde o segundo semestre do ano passado. É chegada a hora de colocá-lo em funcionamento. Já a recomposição de diretoria traz novos olhares sobre a forma como gerir a organização, que serão apresentados e discutidos nesta reunião.

    As reuniões gerais da Ciclocidade são abertas a quem quiser participar. Se você é mãe ou pai e pretende levar suas filhas e filhos, entre em contato com a gente pelo email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. para que possamos prever uma estrutura de acolhimento.

     

    Reunião Geral da Ciclocidade - Novembro
    Quarta-feira, 8/11, a partir das 19h
    Na Casa Planta - Rua Martins Fontes, 91, Cj 112

  • Reunião aberta sobre o projeto de redução de velocidades e segurança viária

    Recentemente, a Ciclocidade aprovou um projeto junto à Iniciativa Global de Segurança Viária (GRSP) chamado Advocacy para a forte implementação de políticas de velocidades reduzidas e acalmamento de tráfego em São Paulo, com foco principal em ciclistas e pedestres. O projeto tem sido construído em parceria com a Cidadeapé.

    Esta quarta-feira (1/11), faremos uma reunião aberta com foco na etapa inicial, relacionada à pesquisa e com o objetivo de ouvir novos olhares sobre como ela pode ser feita. Se você gostaria de saber mais sobre o projeto e dar contribuições, esteja convidade!

    Estrutura do encontro:

    • Apresentação do projeto e dúvidas (20min)
    • Sugestões sobre a pesquisa inicial (40min)
    • Sugestões de caminhos para incidência política (40min)

    Pelos próximos meses, a Ciclocidade estará sediada em uma sala da Casa Planta, no centro de São Paulo. Este encontro será lá mesmo, praticamente inaugurando o espaço.

     

    Reunião aberta Iniciativa Global de Segurança Viária (GRSP)
    Quarta-feira, 1/11, das 19h às 21h
    Na Casa Planta - Rua Martins Fontes, 91, Cj 112

     

  • Nota Pública: Porque é injusto multar pedestres e ciclistas

    NotaPublica ResolucaoContran706

    Na lógica invertida da nova resolução do Contran, estes pedestres que
    frequentam a Ladeira Porto Geral, em São Paulo, não seriam pessoas
    reocupando um espaço público - seriam infratores que deveriam ser multados.

     

    As organizações abaixo assinadas vêm se posicionar absolutamente contrárias à Resolução 706/2017 do Contran, que padroniza a aplicação de autos de infrações a pedestres e ciclistas que cometerem infrações previstas nos já incorretos e criticados artigos 254 e 255 do Código de Trânsito Brasileiro.

    Multas são ferramentas importantes para promover o respeito à sinalização e à regulamentação de trânsito, o que é necessário para garantir a segurança de todas as cidadãs e cidadãos. Para tanto, é essencial que a sinalização esteja adequada às necessidades mínimas do trânsito de veículos e pessoas, além de suficientemente clara para sua correta interpretação por quem as vê, sejam estes condutores, seja quem faz uso dos modos ativos de deslocamento - também conhecidos como não-motorizados.

    O espaço de circulação das nossas cidades, no entanto, priorizou historicamente a fluidez de veículos motorizados individuais. A largura das ruas, a configuração dos cruzamentos, até os tempos dos semáforos foram planejados a partir da lógica desses veículos. Tal lógica se reflete recorrentemente na redução de calçadas, na falta ou na localização inadequada de faixas de pedestres, na construção de vias de trânsito rápido dentro do perímetro urbano e no atraso marcante no avanço de infraestrutura cicloviária, por exemplo.

    Com isso, as pessoas que se deslocam a pé ou de bicicleta são colocadas constantemente em situações de insegurança ao transitarem pelas ruas das cidades brasileiras. Por outro lado, quando um motorista viola ou ignora uma sinalização, ele está infringindo uma sinalização e infraestrutura construída especificamente para ele.

    Pedestres e ciclistas são os atores mais vulneráveis do sistema de circulação e, seguindo esta premissa, a Política Nacional de Mobilidade Urbana expressa em seu artigo 6º que devem ter prioridade no trânsito. Para retirá-los de situações de insegurança, que contribuem para elevar o índice de mortes ligadas ao trânsito brasileiro, é necessário criar infraestrutura de forma sistêmica e em rede, respeitando a lógica do deslocamento dos usuários mais vulneráveis do sistema, permitindo a circulação destes na cidade com liberdade e segurança.

    Dados de contagens de ciclistas realizadas em algumas capitais brasileiras confirmam esta afirmação, ao apontar que, após a implantação de ciclovias e ciclofaixas, o número de ciclistas pedalando na contramão e na calçada diminui bastante (1, 2, 3). Portanto, a aplicação de multas a pedestres e ciclistas não se apresenta como uma solução efetiva para resolver os problemas de mobilidade urbana e da convivência nas ruas. Para tal o espaço urbano precisa ser readequado, repensado, redesenhado através de intervenções físicas, de modo a promover uma maior equidade e justiça sócio-espacial. O comportamento das pessoas está diretamente ligado às condições do espaço que lhes é oferecido.

    Frente à precariedade que se observa no espaço público dedicado à pedestres e ciclistas, e a todos aqueles que se movem pela cidade de forma ativa, não é justo cobrar que pedestres e ciclistas se adequem e utilizem infraestruturas que não respeitam suas necessidades e suas lógicas de deslocamento. Enquanto se discute penalizar os elementos mais frágeis do sistema de mobilidade, as cidades seguem carentes de faixas de pedestres, ciclovias e dispositivos de acalmamento de tráfego. Entendemos que tal decisão do Contran é injusta e aumentará a desigualdade entre os atores do trânsito, além de desestimular o pedalar e o caminhar como desejáveis modos de deslocamento urbano, sendo antagônica à Política Nacional de Mobilidade Urbana.

     

    Assinam, conjuntamente:

    ABC - Associação Blumenauense pró-Ciclovias - SC
    ACIG - Associação dos Ciclistas da Ilha do Governador
    ACIRN - Associação de Ciclistas do Rio Grande do Norte
    Ameciclo - Associação Metropolitana de Ciclistas do Grande Recife
    Andar a pé: o movimento da gente - Brasília DF
    A Pezito - Porto Alegre RS
    Apta - Amazônia Pelo Transporte Ativo
    Associação Regional de Mobilidade Ativa Ciclovias - Sul Fluminense RJ
    Bicicleta na Rua
    Biciponto - Porto Alegre
    BH em Ciclo - Associação dos Ciclistas Urbanos de Belo Horizonte
    Bike Anjo
    Brasília para Pessoas
    Ciclanas - Mulheres de Bicicleta no Trânsito de Fortaleza
    Ciclocidade - Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo
    Cicloiguaçu - Associação de Ciclistas do Alto Iguaçu
    Ciclomobi - Coletivo de Ciclistas Urbanos de Maceió
    Ciclomobilidade Pará
    Ciclonoroeste - Maringá PR
    Ciclovida - Associação dos Ciclistas Urbanos de Fortaleza
    Cidade Ativa - São Paulo SP
    Cidadeapé - Associação pela Mobilidade a Pé em São Paulo
    Coletivo Cidade Mais Humana - Porto Alegre RS
    Coletivo de Ciclistas de SJC - São José dos Campos SP
    Coletivo Pará Ciclo - PA
    Comissão de Ciclistas do Amazonas - AM
    Corrida Amiga - São Paulo SP
    Desvelocidades.red - Belo Horizonte MG
    Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor
    Inesc - Instituto de Estudos Socioeconômicos - Brasília DF
    Instituto CicloBR de Fomento à Mobilidade Sustentável
    Instituto MDT - Brasília DF
    ITDP Brasil - Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento
    Mobicidade – Associação Pela Mobilidade Urbana em Bicicleta – Porto Alegre RS
    Mobicidade Salvador - Coletivo de Ciclistas Urbanos de Salvador
    Mobilidade JF - Juiz de Fora MG
    MobiRio
    Pedala Manaus
    Rede Brasileira de Cidades Justas, Democráticas e Sustentáveis
    Rodas da Paz - Brasília DF
    SampaPé
    UCB - União de Ciclistas do Brasil