Ciclista morta na Paulista havia aposentado o carro há mais de um ano e meio

Acidente teria acontecido depois da vítima ter discutido com um motorista

 

A bióloga Juliana Ingrid Dias, que morreu na avenida Paulista depois de ser atropelada por um ônibus, era ativista sobre duas rodas e havia aposentado o carro há mais de um ano e meio para ser um exemplo dos benefícios do transporte limpo na cidade.

 

Segundo testemunhas, a ciclista seguia pela avenida Paulista e circulava entre duas faixas. Ela teria sido fechada por um motorista e começado a discutir com ele. Durante o tumulto, a ciclista se desequilibrou e foi atropelada pelo ônibus.

 

A bióloga morreu um quarteirão depois de onde outra ciclista perdeu a vida. Márcia Prado também foi atropelada na avenida Paulista por um ônibus, em janeiro de 2009. No canteiro próximo do acidente,  amigos e ativistas criaram um pequeno memorial pra lembrar a morte e fazer um alerta sobre a violência no transito.

 

FONTE + Vídeo